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Collor tinha operador de propinas de codinome ‘Pânico’

Um dos principais alvos da delação premiada de Nestor Cerveró, ex-diretor da BR Distribuidora e da Petrobras, é o senador e ex-presidente Fernando Collor de Mello (PTC-AL). Segundo Cerveró, Collor tinha um operador do PTB, seu antigo partido, de apelido “Pânico”. Pânico “estava sempre na BR”, relatou o delator. Segundo Cerveró, Collor arrecadava propina na compra de álcool de usineiros e também nos acordos para uso de “bandeira” das distribuidoras de combustível em postos de São Paulo. O ex-diretor da Petrobras afirmou que Collor levou entre 6 e 10 milhões de reais na negociação para que a rede de postos da DVBR – Derivados do Brasil SA se associasse à BR Distribuidora. A subsidiária da Petrobras pagou 150 milhões pelo negócio. (Felipe Frazão, de Brasília)

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