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Senado aprova R$ 490,5 milhões extras para a Rio-2016

Ministério da Justiça receberá maior parcela: 300 milhões de reais para investir na segurança dos Jogos.

Por Da Redação - 8 abr 2016, 11h47

O plenário do Senado aprovou nesta quinta-feira a liberação de mais 490,5 milhões de reais para a organização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro. O valor consta na Medida Provisória (MP) 701/16, que abre crédito extraordinário de 1,47 bilhão de reais para os ministérios da Justiça, da Defesa, da Integração Nacional, da Cultura e do Turismo e para o pagamento de encargos financeiros da União.

O Ministério da Justiça é quem vai receber a maior parcela dos recursos: 300 milhões de reais, para a aquisição de equipamentos para a Força Nacional de Segurança Pública, a implantação de soluções de informática para a segurança dos Jogos e contratação de serviços e a aquisição de equipamentos para o suporte operacional à atuação das Forças Policiais.

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A Defesa fica com 95,5 milhões de reais, para “garantir a lei e a ordem” na defesa do território e do patrimônio nacionais durante os Jogos. Já o Ministério do Turismo terá R$ 10 milhões extras para as ações logísticas do revezamento da tocha olímpica.

O Ministério da Cultura recebeu 85 milhões de reais para a organização de atividades culturais. Pelo que explica o texto de apresentação da MP, as atividades deveriam ser realizadas inteiramente pela Prefeitura do Rio, pelo Governo do Estado e Comitê Organizador dos Jogos, “mas foram assumidas, parcialmente, durante negociações no decorrer do segundo semestre de 2015, pelo Governo Federal”.

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A MP aprovada nesta quinta-feira pelo Senado ainda prevê 382 milhões de reais para “atendimento às vítimas de desastres” e 600,15 milhões de reais para parcela da constituição do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), somando 1,47 bilhão de reais. O único voto contrário ao texto foi do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

O orçamento total da Olimpíada, por enquanto, está em 7,4 bilhões de reais. Para manter o valor estipulado, 12% dos custos inicialmente programados foram dispensados, o que significou um corte de 900 milhões no orçamento.

(com Estadão Conteúdo)

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