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F1: médico que trabalhou nas pistas responsabiliza FIA pela morte de Bianchi

O americano Gary Hartstein, de 60 anos, também criticou a atual delegação médica da F1

O médico Gary Hartstein, que trabalhou no corpo médico da Fórmula-1 entre 2005 e 2012, criticou e responsabilizou a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) pela morte do piloto francês Jules Bianchi, no dia 17 de julho, após ficar em coma por 9 meses – ele sofreu um grave acidente no GP do Japão, em outubro de 2014. Hartstein acusou o médico chefe Jean-Charles Piette de ser um dos responsáveis: “Sua total falta de conhecimento e experiência em casos de trauma coloca os pilotos em perigo a cada vez que entram na pista.” Segundo ele, a FIA não agiu de forma correta ao permitir que a corrida continuasse após o acidente, pois isso atrasou o socorro do piloto. “Espero que a família Bianchi tenha sido alertada. Acredito que a FIA seja, de fato, responsável.”

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(Com Gazeta Press)

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