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Atletas australianos são proibidos de visitar favelas do Rio durante os Jogos

Cartilha veta até tour promovido por agências especializadas.

Por Da Redação - 22 fev 2016, 15h56

Os competidores australianos que defenderão seu país nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro foram proibidos pela chefe da delegação da Austrália, Kitty Chiller, de visitar qualquer favela da capital carioca durante a Olimpíada. De acordo com o jornal local Herald Sun, uma lista de “lugares proibidos” fará parte de uma cartilha de segurança que prevê alguns cuidados que os atletas devem ter ao chegar no Rio de Janeiro. Mesmo os tours promovidos por agências especializadas, em favelas conhecidas como a Rocinha, estarão vetadas.

“Nós não queremos ser um Big Brother, não queremos atletas trancados em seus quartos a partir das 20h, mas temos um dever de cuidar deles. Algumas áreas serão banidas. Nós não estamos permitindo entrar nas favelas. Isso é a recomendação do Departamento de Relações Exteriores da Austrália (DFAT, na sigla em inglês)”, disse Chiller ao Herald Sun.

Além da preocupação com o vírus zika, que fez a delegação australiana fechar patrocínio com uma marca de repelente para os Jogos, Chiller revela que entre as recomendações de segurança aos atletas haverá alguns protocolos a serem seguidos: as mulheres não devem deixar a Vila Olímpica sozinhas; itens valiosos devem ser deixados no quarto; e ninguém deve sair sem dinheiro – segundo ela, dez dólares é uma quantia razoável, caso ocorra um assalto.

Devido ao grande número de casos de dengue e Zika Vírus no Rio, agentes da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) realizam na manhã desta terça-feira (26), uma ação de fiscalização e combate ao mosquito Aedes Aegypti no Sambódromo e no seu entorno, na Região Central do Rio de Janeiro (RJ) VEJA

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(Da redação)

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