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Melissa McCarthy derruba ‘Batman vs Superman’ nos cinemas americano

Comédia 'A Chefa' ficou no primeiro lugar do ranking de mais vistos nos EUA. No Brasil, longa dos super-heróis permanece no topo

Por Da Redação - 11 abr 2016, 17h36

Com uma diferença pequena, de apenas 45.000 dólares, a comédia A Chefa, estrelada por Melissa McCarthy, derrubou a superprodução Batman vs Superman: A Origem da Justiça do topo das bilheterias nos Estados Unidos. O filme de Melissa arrecadou 23,48 milhões de dólares durante o último fim de semana, enquanto a briga dos heróis da DC Comics fechou as contas com 23,43 milhões – uma queda de 54% em relação ao período anterior.

No Brasil, em seu terceiro fim de semana em cartaz, o filme continua bem. Batman vs Superman se mantém no topo dos longas mais vistos nos cinemas do país. No total, foram mais de 6,4 milhões de espectadores. Já A Chefa está previsto para estrear por aqui apenas em junho.

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Completam o ranking dos dez mais vistos no Brasil os títulos Zootopia; Invasão a Londres; Rua Cloverfiel, 10; Deus Não Está Morto 2; Casamento Grego 2; Os Dez Mandamentos; A Série Divergente: Convergente; Decisão de Risco; e o nacional De Onde Eu Te Vejo. As informações são da empresa especializada comScore.

Os Dez Mandamentos – Já a adaptação da novela bíblica da Record fechou o fim de semana com 11,205 milhões de ingressos vendidos. O número coloca Os Dez Mandamentos no primeiro lugar dos filmes nacionais com maior quantidade de espectadores da história (desde 1970, quando começou a contagem com a criação da Embrafilme), superando Tropa de Elite 2, que soma 11,146 milhões em público.

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Contudo, ainda é questionável a quantidade de pessoas que realmente foram aos cinemas assistir à trama bíblica. Desde seu lançamento, em 28 de janeiro, o filme tem apresentado salas de cinema com ingressos esgotados, mas lugares vazios. Reportagem do jornal Folha de S. Paulo, publicada nesta segunda-feira, apurou diversas sessões em que menos da metade da sala estava ocupada.

Membros da igreja Universal e compradores únicos adquiriram “pacotes” de ingressos, que seriam distribuídos para fiéis em ações filantrópicas. Segundo a gerente de um cinema, um pastor chegou a comprar todos os lugares da mesma sala com dinheiro vivo.

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