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Da HQ ao filme, confira especial de ‘Guerra Civil’, a nova aposta da Marvel

Superprodução do estúdio reúne heróis medalhões da casa para discutir diferenças de ideias e dar fôlego à franquia. ‘É o filme mais político da Marvel’, diz diretor Anthony Russo ao site de VEJA

Um mês após o lançamento de Batman vs Superman, a principal concorrente da DC Comics, Marvel, se prepara para pôr em cartaz o esperado Capitão América: Guerra Civil. Ambos os filmes trazem grandes heróis das editoras de quadrinho em confronto uns com os outros, mas Guerra Civil promete ser bem diferente do filme rival. O longa da Marvel se beneficia de linhas de enredo que o estúdio vem entrelaçando há tempos. Coisa que a DC ainda não logrou fazer.

Desde 2008, com o primeiro Homem de Ferro, os heróis do selo passeiam por uma rede organizada de filmes, em que um interfere na história do outro. Sem cair em uma salada de mau gosto. Em 2012, o auge: Os Vingadores, sucesso de crítica e de público. Três anos depois, a mesma trupe de heróis se viu no mediano Era de Ultron (2015), que marca uma mudança de rumo. Capitão América: Guerra Civil é o primeiro fruto dessa virada, e promete levantar a bola que o antecessor deixou cair.

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Inspirada na série de HQ de mesmo nome, iniciada em 2006, a produção vai inserir novos heróis na linha do tempo do cinema, como o já apresentado Homem-Formiga, e o estreante Pantera Negra. Além, claro, da primeira participação do Homem-Aranha renovado.

Especial do site de VEJA vasculha os dois lados da guerra fictícia e fala com Anthony Russo, diretor da superprodução. “É o filme mais político da Marvel, pois é real e pé no chão”, diz. “Existem dois bons argumentos. Espero que a audiência se sinta dividida entre os pontos de vista.”

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