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Servidor que acessou dados de Bolsonaro faz acordo e vai pagar R$ 5 mil para encerrar processo

Funcionário da Receita Federal, Odilon Ayub teria acessado os dados de Bolsonaro no dia 30 de outubro de 2018 para satisfazer sua “curiosidade”

Por Agência O Globo - 27 jan 2020, 10h01

BRASÍLIA — Denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) por ter acessado indevidamente o sigilo fiscal do presidenteJair Bolsonaro, o servidor da Receita Federal Odilon Ayub fechou um acordo para encerrar o processo. Pela proposta de transação penal, Odilon vai pagar uma multa de R$ 5 mil aos cofres públicos.

O acordo foi possível porque o crime pelo qual Odilon foi denunciado possuía pena baixa, de dois a seis anos de prisão e multa: revelar fato de que tem ciência em razão do cargo e que deva permanecer em segredo, ou facilitar-lhe a revelação, se utilizando, indevidamente, do acesso restrito. A transação penal já foi homologada pelo juiz federal André Luiz Martins da Silva, titular da 1ª Vara Federal de Cachoeiro de Itapemirim (ES), onde corre o processo.

(Confira a íntegra da reportagem exclusiva para assinantes)

 

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Servidor que acessou dados de Bolsonaro faz acordo e vai pagar R$ 5 mil para encerrar processo

Funcionário da Receita Federal, Odilon Ayub teria acessado os dados de Bolsonaro no dia 30 de outubro de 2018 para satisfazer sua “curiosidade”

Por Agência O Globo - 27 jan 2020, 09h01

BRASÍLIA — Denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) por ter acessado indevidamente o sigilo fiscal do presidenteJair Bolsonaro, o servidor da Receita Federal Odilon Ayub fechou um acordo para encerrar o processo. Pela proposta de transação penal, Odilon vai pagar uma multa de R$ 5 mil aos cofres públicos.

O acordo foi possível porque o crime pelo qual Odilon foi denunciado possuía pena baixa, de dois a seis anos de prisão e multa: revelar fato de que tem ciência em razão do cargo e que deva permanecer em segredo, ou facilitar-lhe a revelação, se utilizando, indevidamente, do acesso restrito. A transação penal já foi homologada pelo juiz federal André Luiz Martins da Silva, titular da 1ª Vara Federal de Cachoeiro de Itapemirim (ES), onde corre o processo.

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