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Bolsonaro, prefeituras e entidades querem mudanças em projeto de concessão

Plano para as estradas, que devem ser concedidas à iniciativa privada até o fim do ano, estão sob debate

Por Agência O Globo - Atualizado em 28 abr 2020, 15h43 - Publicado em 27 jan 2020, 23h01

RIO e BRASÍLIA — A economia do país circula por uma Via Dutra (BR-116), entre Rio e São Paulo, ainda com gargalos, como a sinuosa descida da Serra das Araras. E, na Rio-Santos (BR-101), buracos e riscos de queda de barreiras estão a cada curva. Como solução, o governo federal aposta em conceder as duas rodovias à iniciativa privada até o fim do ano. Mas, apesar de aprovarem a medida, prefeituras, parte da bancada fluminense no Congresso e entidades como a Firjan e a Associação das Empresas de Engenharia do Rio (Aeerj) pedem alterações no projeto. Até o presidente Jair Bolsonaro quer uma mudança.

As reivindicações estão relacionadas principalmente à localização das praças de pedágio, ao escopo das obras previstas e à extensão das pistas que passarão à iniciativa privada. No modelo apresentado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), com o apoio do Ministério da Infraestrutura, o trecho da nova concessão da Dutra é diferente do atual: vai do entroncamento com a BR-465, em Seropédica, até a Marginal Tietê, em São Paulo. Excluiria, portanto, os 47 quilômetros que cruzam a Baixada Fluminense — inseridos em uma outra concessão prevista para este ano, a da Rio-Teresópolis. A empresa que vencer a disputa pela Dutra leva também a Rio-Santos, no trecho entre o Arco Metropolitano, em Itaguaí, e a Praia Grande, em Ubatuba.

 

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