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Os pontos turísticos onde é mais caro e mais barato ser vizinho

Levantamento aponta quais são as atrações turísticas ao redor do mundo que mais (e que menos) inflacionam o mercado imobiliário em seu entorno

Por - 6 fev 2019, 15h27

Já pensou acordar todas as manhãs, abrir a janela de casa e dar de cara com um ponto turístico daqueles que fazem sucesso em qualquer foto de cartão postal?

Se este é seu sonho pode ficar tranquilo. Nada que uma conta bancária bem recheada não possa resolver 😉

Bem, mas se sua conta não está tão polpuda e mesmo assim você não abre mão do sonho de poder postar todos os dias uma foto com a hashtag #roomwithaview tenho uma boa notícia.

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Um levantamento feito com 20 dos pontos turísticos mais famosos do planeta pela empresa de cruzeiros Bolsover Cruise Club revelou onde é mais caro e onde é mais barato realizar este sonho.

Para chegar aos dados, os pesquisadores determinaram primeiro o valor por metro quadrado de um apartamento no centro de cada cidade que abriga um dos pontos turísticos. Depois, foram atrás dos preços de apartamentos de dois quartos localizados a, no máximo, 1,6 km dos pontos turísticos.

E aí, já imagina perto de qual atração mundialmente famosa é mais caro viver?

Acertou quem disse o letreiro de Hollywood, em Los Angeles.

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De acordo com o levantamento, morar com vista para o símbolo custa, em média, cerca de US$ 1,5 milhão a mais do que custaria em outra área de Los Angeles. Isso quer dizer que os sortudos que podem ver o letreiro de Hollywood de pertinho sem ter que sair de casa pagam em média 1.057% a mais que os outros moradores da cidade.

Em segundo lugar na lista ficou o icônico Burj Khalifa, em Dubai, o edifício mais alto do planeta.

Para ser vizinho do ponto turístico mais famoso da cidade é preciso desembolsar cerca de US$ 1 milhão (ou 687%) a mais do que em outras localizações de Dubai. O bom, neste caso, é que ele é tão alto que é possível vê-lo de qualquer lugar, hahaha.

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E que tal viver com vista para o Washington Monument, o famoso obelisco que é um dos símbolos da capital norte-americana?

Ele aparece na terceira posição na lista. Para se morar perto dele é necessário pagar aproximadamente US$ 2,3 milhões (ou 678%) a mais do que em outros pontos de Washington DC.

O quatro ponto turístico a mais inflacionar o preço das casas ao seu redor é a belíssima Opera House, em Sydney. As residências localizadas a até 1,6 km de uma das atrações mais populares da Austrália valem, em média, US$ 2,9 milhões (ou 459%) a mais que em bairros mais afastados.

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A quinta posição no levantamento ficou com o possível ponto turístico mais conhecido do planeta, a encantadora Torre Eiffel, em Paris. De acordo com os dados da pesquisa, os moradores da vizinhança precisam desembolsar, em média, US$ 1,15 milhão (ou 334%) a mais do que em outros “arrondissement” na capital francesa.

Completando a lista das dez atrações turísticas que mais inflacionam o valor dos imóveis eu suas imediações estão a Golden Gate Bridge, em São Francisco, cujos preços são 264% mais caros que em outros bairros, o Victoria Harbour, em Hong Kong, com 261%, a Tokyo Tower, no Japão, com 185%, o Museu Guggenheim, em Bilbao, na Espanha, com 171%, e o Empire State Building, em NY, com 169%.

E aí você me pergunta, mas e os pontos turísticos que menos inflacionam o mercado imobiliário em suas redondezas? Calma, calma, aí vão eles:

1. Coliseu, em Roma, -0,1% (o único dos 20 pontos turísticos onde é mais barato ser vizinho do que não ser!!)

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2. CN Tower, em Toronto, no Canadá, 11%

3. Castelo de Praga, na República Tcheca, 12%

4. Sagrada Família, em Barcelona, 17%

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Catedrak da Sagrada Familia em Barcelona

5. Estádio Nacional de Pequim, na China, 35%

6. Castelo de Edinburgo, Escócia, 43%

7. Portão de Brandenburgo, em Berlim, na Alemanha, 85%

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8. Torre de Pisa, na Itália, 102%

9. Petronas Towers, em Kuala Lumpur, na Malásia, 124%

Considerada as Torres gêmeas de Kuala Lumpur, na Malásia, as Petronas Towers têm 452 metros de altura e 88 andares.

10. Big Ben, em Londres, 151%

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